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Miércoles, 11 de Marzo de 2026

Câmara de Caminha: Relatório de Contas 2018 com prejuízo de 1,5 milhões de euros

Miguel Alves obtém quinto prejuízo financeiro consecutivo e coloca Câmara de Caminha como pior Câmara do distrito, conseguindo acumular prejuízos na ordem dos 8 milhões de euros

Miguel Alves obtém quinto prejuízo financeiro consecutivo e coloca Câmara de Caminha como pior Câmara do distrito, conseguindo acumular prejuízos na ordem dos 8 milhões de euros

Fecha: 18 de Abril de 2019

Fuente: Vereadores PSD Caminha

À semelhança do que tem acontecido nos últimos anos, a Câmara de Caminha liderada por Miguel Alves vem, mais uma vez, apresentar um resultado líquido negativo nas contas do Município.

O prognóstico era evidente. O orçamento para 2018 assumia-se como irrealista, enganador e na linha do que foram os planos e orçamentos anteriores, da responsabilidade dos executivos liderados pelo atual Presidente da Câmara.

O prejuízo de 2018 corresponde a 1,515 milhões de euros e, se somarmos o resultado líquido dos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017, deparamo-nos com um prejuízo acumulado de aproximadamente 8 milhões de euros.

Desta forma, a Câmara de Caminha tem consolidado o pódio distrital no que se refere a prejuízos financeiros, aumento da dívida total e pior pagador, o que lhe atribui uma assustadora nota de má gestão.

A incapacidade de gerir os cofres da Câmara por parte do Presidente da Câmara, tem levado a consequências graves, prejudicando as famílias do concelho de Caminha e comerciantes. Em janeiro já foram dobradas e triplicadas as faturas da água e aumentados impostos para a taxa máxima. A conta do IMI e a restituição do IRS também vão ser, brevemente, uma dor de cabeça.

A piorar esta situação, o Município de Caminha terá, em 2019, um enorme encargo financeiro com o acordo de pagamento da dívida da água, que se irá prolongar ao longo de 25 anos, hipotecando o futuro de Caminha, não com equipamentos que ficarão para a prosperidade, mas com dívidas de despesas correntes puras e duras.

A acrescer à dívida da água têm, todos os contribuintes, que pagar os cerca de 3 milhões de euros de juros da mesma dívida de água feita por este executivo. Além destes encargos, a autarquia terá que começar a pagar à nova empresa as suas próprias faturas de água (consumos do município) e não tem almofadas financeiras consolidadas nestes últimos 5 anos de gestão socialista.

Os vereadores do PSD votaram contra as contas de 2018, uma vez que as mesmas revelam o desajuste dos orçamentos face à realidade das execuções orçamentais, que de floridas passaram a murchas, preocupantes e catastróficas em termos de gestão do município.

A corda ao pescoço e a bola de chumbo está colocada agora nos munícipes e empresas do concelho que terão que pagar os devaneios políticos deste executivo.
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