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Jueves, 12 de Marzo de 2026

CONCELHO DE CAMINHA PODERÁ VIR A TER UMA NOVA PRAIA

Instalação de equipamentos de apoio vai ser equacionada no quadro da revisão do POOC

Instalação de equipamentos de apoio vai ser equacionada no quadro da revisão do POOC

Fecha: 02 de Septiembre de 2015

Fuente: www.cm-caminha.pt

O concelho de Caminha poderá ter no futuro uma nova praia, devidamente concessionada e com todos os equipamentos de apoio que garantam a sua fruição. No âmbito das obras da Polis Litoral Norte, de reforço e proteção dos sistemas dunares e renaturalização de áreas naturais degradadas, junto à foz do rio Âncora, foi criado naturalmente um espaço nobre de areal, banhado pelo rio e pelo mar. Segundo revelou hoje o presidente da Câmara, Miguel Alves, durante a visita do ministro e do secretário de Estado do Ambiente, este assunto vai ser equacionado em sede de revisão do POOC - Plano de Ordenamento da Orla Costeira.  

O ministro e o secretário de Estado do Ambiente, assim como o presidente da Polis Litoral Norte visitaram hoje à tarde as obras em curso junto à Duna dos Caldeirões. O ministro mostrou-se agradado com os resultados conseguidos e salientou a importância da parceria entre Governo e autarquia. Para Jorge Moreira da Silva, esta colaboração deverá ser continuada no futuro, uma vez que o importante investimento feito na orla costeira terá de ter continuidade no futuro, designadamente nos próximos cinco anos.

O governante sublinhou, no caso do concelho de Caminha, o sucesso da calendarização das obras, assim como os métodos escolhidos. Assim, apesar das fortes intempéries de inverno, foi possível acautelar a época balnear no ano passado e este ano a praia de Vila Praia de Âncora conseguiu mesmo a Bandeira Azul.

Apesar dos excelentes resultados obtidos com as intervenções, orçadas no total em cerca de 1,5 milhões de euros, é certo que estamos melhor preparados para enfrentar o inverno, mas não conseguimos garantir um nível de resiliência de cem por cento, por força das mudanças climáticas e do stresse hídrico que caraterizam a costa portuguesa, comentou ainda Moreira da Silva.

Miguel Alves destacou também a importância dos trabalhos: trata-se de uma intervenção fundamental para o concelho de Caminha - "há dois anos não havia qualquer obra da Polis - havia zero obras e zero investimentos. Hoje temos quatro obras e um investimento da Polis de 1,2 milhões de euros, elevando-se o investimento para 1,5 milhões de euros com a parte da APA - Agência Portuguesa do Ambiente".   

Com a costa mais protegida e novas infraestruturas, como é o caso do parque de estacionamento da Gelfa, em construção junto ao campo do Âncora Praia, será possível vir a criar-se uma nova praia nesta zona, uma vez que o espaço em si está criado e as condições essenciais já existem. Este parque, que terá capacidade para mais de 160 viaturas, inclui três lugares para autocarros e mais três para aparcamento de veículos de pessoas com mobilidade reduzida.  

O parque proporcionará, ao mesmo tempo, melhores condições de usufruto de toda a área e vai ordenar o trânsito e o aparcamento em toda a zona da foz do rio Âncora.

Com este equipamento e uma zona natural de excelência, existem as condições essenciais para que a nova praia seja uma realidade, acreditando-se que o MOOC, instrumento que resultará da revisão do atual POOC, possa já contemplar esta realidade.

Recorde-se que a empreitada de Reforço e Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Naturais Degradadas (2.ª fase) Foz do Rio Âncora contempla medidas corretivas de erosão superficial e ações de reordenamento de áreas construídas em zonas de risco e consequente reposição das condições de ambiente natural, nomeadamente a consolidação e fixação de margens do rio Âncora, com recurso a técnicas de bioengenharia; a construção de um esporão deflector na margem esquerda do rio Âncora, em enrocamento e estacas com vegetação plantada; a reabertura do leito secundário do Rio Âncora; a movimentação de areias na praia para reforço do cordão dunar; e a colocação de uma cortina de paliçadas na área do anterior rompimento da Duna, por forma a favorecer a retenção de areias nessa zona.

Inclui ainda a construção de passadiços sobrelevados de acesso à praia; a construção de observatório da natureza no remate do passadiço sobrelevado da Duna do Caldeirão; diversas limpezas de espécies exóticas infestantes arbóreas e herbáceas; a renaturalização do acesso rodoviário existente na parte terminal da Rua de Águas Férreas; e a colocação de painéis informativos dos valores naturais presentes.

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